Liberdade de diferenciação de preços de bens e serviços oferecidos ao público é uma evolução para o mercado, aponta FecomercioSP

Lei de conversão, aprovada pelo presidente Michel Temer, permite que comércio escolha política de venda, preços e forma de pagamento
São Paulo, 27 de junho de 2017 – A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) considera a lei, oriunda da Medida Provisória (MP) no 764/2016, que autoriza a diferenciação de preços de bens e serviços oferecidos ao público em função do prazo ou do instrumento de pagamento utilizado, uma evolução de mercado, pois dá liberdade de ação aos comerciantes. A medida que havia sido aprovada no final de maio nos plenários da Câmara e do Senado, como projeto de lei de conversão, foi sancionada nesta segunda-feira (26) pelo presidente Michel Temer.

A MP, de autoria do Poder Executivo, também anula a cláusula contratual, estabelecida no âmbito de arranjos de pagamento ou de outros acordos para prestação de serviço de pagamento, que proíba ou restrinja a diferenciação de preços. Para a assessoria econômica da FecomercioSP, uma possível restrição na formulação de preços no comércio feriria o princípio sagrado da liberdade de criar sua própria política de vendas, preços e forma de pagar, que é responsabilidade apenas do mercado regular.

Mesmo podendo representar um baixo atrativo para o comércio, a diferenciação de preços conforme a quitação via cartão de débito ou crédito, dinheiro ou cheque deve ser controlada pelo próprio mercado. Para a Entidade, o Poder Público deve legislar no cumprimento de regras e deveres que assegurem os direitos como um todo, mas isso não deve interferir no comércio, que acaba ocorrendo quando as exigências legais são excessivas.

Para a FecomercioSP, a Constituição Federal é clara e estabelece que os valores praticados pela livre-iniciativa devam ser de acordo com os interesses do consumidor. Com base nisso, a lei garante o exercício livre da atividade econômica do comércio varejista e não prevê a interferência do Estado no domínio econômico do setor. A escolha das formas de pagamento (cartões de débito e de crédito, aceitação de cheque ou dinheiro etc.) nos estabelecimentos comerciais e a imposição de regras para o seu uso são ferramentas utilizadas pelos empresários do comércio, de acordo com cada negócio e suas necessidades.

Sobre a FecomercioSP

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Congrega 156 sindicatos patronais e administra, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A Entidade representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes. Esse universo responde por cerca de 30% do PIB paulista – e quase 10% do PIB brasileiro -, gerando em torno de 10 milhões de empregos.

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Departamento de Comunicação – SINCOMERCIO GUARULHOS

Varejo na região de Guarulhos volta a criar empregos formais em abril após quatro saldos mensais negativos, aponta FecomercioSP

Segundo pesquisa da Entidade, foram abertos 262 postos de trabalho no mês; segmentos de supermercados (3,5%) e farmácias e perfumarias (0,6%) foram responsáveis pelo bom desempenho

São Paulo, 26 de junho de 2017 – Em abril, o comércio varejista na região de Guarulhos abriu 262 postos de trabalho, resultado de 3.542 admissões contra 3.280 desligamentos. Em 12 meses, foram eliminados 1.481 empregos com carteira assinada, o que representa um recuo, na comparação com abril de 2016, de 1,4% do estoque total, que atingiu 101.578 trabalhadores formais.

As informações são da Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), elaborada com base nos dados do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, obtido com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Entre as nove atividades pesquisadas, apenas os segmentos de supermercados (3,5%) e farmácias e perfumarias (0,6%) apresentaram elevação do estoque de empregados formais na comparação com abril de 2016. Por outro lado, os maiores recuos foram observados nos segmentos de lojas de vestuário, tecidos e calçados (-10,9%), de lojas de móveis e decoração (-4,6%) e de materiais de construção (-3,6%).

Desempenho estadual

O comércio varejista no Estado de São Paulo dá novas provas que o cenário econômico atual segue se recuperando e dando ânimo ao setor para contratar mais funcionários e esperar pelo aumento das vendas. Em abril, após quatro saldos mensais negativos consecutivos, o varejo paulista abriu 1,57 mil postos de trabalho, resultado de 66,83 mil admissões e 65,26 mil desligamentos – o melhor resultado para o mês desde 2012. Esse foi o primeiro saldo positivo desde novembro de 2016, quando impulsionado pela contratação de temporários para o Natal, o setor gerou 15.772 empregos. Com isso, o varejo paulista encerrou o mês de abril com 2.054.084 trabalhadores formais, queda de 0,9% na comparação com abril de 2016, e apesar de ainda ser negativa, essa taxa caiu pela décima vez seguida e de forma acelerada, já que, em junho de 2016, a taxa de retração do mercado de trabalho varejista paulista estava em 3,5%. No acumulado dos últimos 12 meses, foram extintos 18.687 empregos com carteira assinadas.

 

Entre as nove atividades pesquisadas, apenas farmácias e perfumarias (2,3%) e supermercados (1,6%) apresentaram crescimento no número total de empregos em abril, na comparação com o mesmo mês de 2016. Por outro lado, os piores desempenhos foram registrados nos segmentos de concessionárias de veículos (-4,1%), materiais de construção (-3,6%) e lojas de móveis e decoração (-3,5%).

 

Observando os dados por ocupações, vendedores e demonstradores (1.032 vagas) e embaladores e alimentadores de produção (736 vagas) registraram os maiores saldos positivos.

Segundo a FecomercioSP, o saldo positivo de abril só foi possível pelo bom desempenho dos supermercados paulistas, com saldo positivo de mais de 2 mil vagas no mês. Essa evolução é explicada, segundo a Entidade, pela sazonalidade positiva trazida pela Páscoa.

Daqui para frente, a Federação aponta que a tendência continuará sendo de saldos menores, positivos ou negativos. A FecomercioSP projeta uma movimentação mais estável de trabalhadores para o fim do primeiro semestre de 2017. Ainda assim, números melhores em virtude do Dia das Mães e do Dia nos Namorados com melhores receitas de vendas podem surgir.

Delegacia Regional Tributária Guarulhos

Arujá, Biritiba-Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema Guarulhos, Itaquaquecetuba, Mairiporã, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel, Suzano.

 

Nota metodológica

A Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP) analisa o nível de emprego do comércio varejista. O campo de atuação está estratificado em 16 regiões do Estado de São Paulo e nove atividades do varejo: autopeças e acessórios; concessionárias de veículos; farmácias e perfumarias; lojas de eletrodomésticos e eletrônicos e lojas de departamento; matérias de construção; lojas de móveis e decoração; lojas de vestuário, tecido e calçados; supermercado e outras atividades. As informações são extraídas dos registros do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

 

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A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Congrega 156 sindicatos patronais e administra, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A Entidade representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes. Esse universo responde por cerca de 30% do PIB paulista – e quase 10% do PIB brasileiro – gerando em torno de 10 milhões de empregos.

 

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DEPARTAMENTO DE COMUNICAÇÃO – SINCOMERCIO GUARULHOS

Faturamento do varejo da região de Guarulhos cresce 0,1% em março, segundo pior desempenho do Estado, aponta FecomercioSP

Segundo pesquisa da Entidade, quatro dos nove setores analisados registraram queda nas vendas em relação a março de 2016

Em março, o comércio varejista na região de Guarulhos registrou o faturamento real de R$ 2,8 bilhões, leve alta de 0,1% emrelação ao mesmo mês de 2016 – o segundo pior desempenho entre as 16 regiões analisadas no Estado de São Paulo. No acumulado dos últimos 12 meses, houve retração de 1,4% nas vendas. Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP).

Quatro das nove atividades analisadas apresentaram retração no faturamento em março, na comparação com mesmo mês de 2016. Os segmentos de supermercados (-2,9% e impacto negativo de 1,3 ponto porcentual [p.p.] para o resultado geral), outras atividades (-3,9% e contribuição de -0,6 p.p.) e lojas de vestuário, tecidos e calçados (-1,6% e impacto de -0,2 p.p.) apresentaram as maiores retrações no mês.

Em contrapartida, as atividades de farmácias e perfumarias (13,8% e colaboração de 1 p.p.), eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (20,1% e contribuição de 0,6 p.p.) e concessionárias de veículos (8,1% e impacto de 0,3 p.p.) foram determinantes para o resultado geral positivo em março.

Desempenho estadual

O comércio varejista do Estado de São Paulo faturou R$ 50,3 bilhões em março, alta de 4,3% na comparação com o mesmo mês de 2016. Isso significa que as vendas superaram em R$ 2,06 bilhões o valor apurado em março de 2016. No acumulado do primeiro trimestre, as vendas cresceram 2,6%, o que em termos monetários representa um faturamento R$ 3,7 bilhões acima do apurado no mesmo período do ano passado. Considerando os últimos 12 meses, as vendas registraram alta de 1,1%.

Em março, o varejo apresentou alta nas vendas em 15 das 16 regiões analisadas pela Federação, com destaque para as regiões de Sorocaba (7,9%), Jundiaí (7,5%) e Araraquara (6,9%). Apenas na região de Osasco, o setor registrou recuo nas vendas de 2,7% em relação a março de 2016.

Das nove atividades pesquisadas, oito mostraram aumento no faturamento real, em março, com destaque para os segmentos de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (15,1%), farmácias e perfumarias (12,7%) e concessionárias de veículos (6,4%) que, em conjunto, contribuíram com 2,7 pontos porcentuais (p.p.) para o resultado geral. Apenas o segmento de outras atividades (-1,0%) apresentou retração nas vendas, resultando em uma pressão negativa de 0,2 p.p. para as vendas do varejo em março.

Segundo a assessoria econômica da FecomercioSP, é importante salientar que os dados relativos a março foram obtidos antes do recente acirramento da crise política, ou seja, em ambiente econômico de maior tranquilidade. Eles revelam a continuidade da trajetória de recuperação do movimento varejista, ainda que de forma moderada, que se refletiu no índice de fechamento do primeiro trimestre – de 2,6% – o que não ocorria, para o mesmo período, desde 2014.

É relevante o fato da hegemonia dos resultados positivos, tanto em relação às atividades (oito em nove mostrando crescimento) quanto em termos regionais (15 dentre 16 apresentando aumento). Para a Entidade, isso sinaliza para uma relativa solidez na tendência de melhoria dos níveis de consumo que, certamente, é bastante positivo e alentador. As circunstâncias presentes em março, tanto econômicas quanto políticas, estavam mais propícias e o comércio respondeu positivamente a esse cenário ancorado, basicamente, na combinação de variáveis importantes. Entre elas, quedas dos juros e da inflação, melhoria na renda agrícola e das exportações, resultados mais alentadores no âmbito da geração de emprego e o início do saque dos recursos das contas inativas do FGTS.

Expectativa

De acordo com a FecomercioSP, até o momento não há indícios de deterioração sensível das condições econômicas por causa da atual crise política. Entretanto, é inevitável que isso venha a ocorrer ao longo do segundo semestre, quaisquer que sejam as definições dadas ao processo, pois a natureza das soluções na esfera política sempre é prolongada e, por isso, geradora de incertezas. Os impactos desse cenário sobre a atual trajetória de recuperação do comércio, segundo a Entidade, irão depender do desenrolar desses fatos e da estabilização do quadro político, mas a perspectiva é de um cenário menos alentador do que aquele projetado anteriormente à crise.

Apesar disso, a inflação e os juros permanecem em trajetória de queda e existe aumento nas receitas de exportação e melhoria no emprego, além da divulgação de bom desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) trimestral. Com isso, e considerando o bom resultado consolidado de março das vendas, as projeções da Federação, neste momento, apontam para um crescimento anual de 5% no faturamento real do varejo paulista neste ano. Porém, a Entidade pondera que a dinâmica dos fatos ao longo dos próximos meses será imprescindível para a consolidação dessa estimativa ou para as eventuais revisões e ajustes que as incorporações futuras dessas variáveis tornarão necessárias.

Delegacia Regional Tributária Guarulhos

Arujá, Biritiba-Mirim, Ferraz de Vasconcelos, Guararema Guarulhos, Itaquaquecetuba, Mairiporã, Mogi das Cruzes, Poá, Salesópolis, Santa Isabel, Suzano.

Nota metodológica

A Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV) utiliza dados da receita mensal informados pelas empresas varejistas ao governo paulista por meio de um convênio de cooperação técnica firmado entre a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

As informações, segmentadas em 16 Delegacias Regionais Tributárias da Secretaria, englobam todos os municípios paulistas e nove setores (autopeças e acessórios; concessionárias de veículos; farmácias e perfumarias; lojas de eletrodomésticos e eletrônicos e lojas de departamentos; lojas de móveis e decoração; lojas de vestuário, tecidos e calçados; materiais de construção; supermercados; e outras atividades).

Os dados brutos são tratados tecnicamente de forma a se apurar o valor real das vendas em cada atividade e o seu volume total em cada região. Após a consolidação dessas informações, são obtidos os resultados de desempenho de todo o Estado.

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A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Congrega 156 sindicatos patronais e administra, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A Entidade representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes. Esse universo responde por cerca de 30% do PIB paulista – e quase 10% do PIB brasileiro – gerando em torno de 10 milhões de empregos.

 

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Setor de serviços paulista cria 12.891 empregos em abril, o terceiro saldo mensal positivo consecutivo, aponta FecomercioSP

Segundo a Entidade, de janeiro a abril deste ano foram abertos 41.626 postos de trabalho formais no setor ante os 10.028 empregos encerrados no mesmo período de 2016
São Paulo, 21 de junho de 2017 – Cada vez mais o mercado de trabalho no setor de serviços do Estado de São Paulo demonstra recuperação. Em abril, o setor abriu 12.891 postos de trabalho formais, resultado de 174.889 admissões contra 161.998 desligamentos. Foi o terceiro mês consecutivo de saldo de empregos positivo, o que não ocorria desde o período de setembro a novembro de 2014. Na comparação com o mesmo mês de 2016, houve expressiva melhora, já que, na ocasião foram, fechados 5.145 postos de trabalho no setor. Já no acumulado de maio de 2016 a abril de 2017, houve eliminação de 78.857 postos de trabalho. Com isso, o setor de serviços paulista encerrou abril com um estoque total de 7.335.742 trabalhadores formais, 1,1% inferior ao apurado no mesmo mês de 2016.

Os dados compõem a Pesquisa de Emprego no Setor de Serviços do Estado de São Paulo (PESP Serviços), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base nos dados do Ministério do Trabalho por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, calculado com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Apesar dos bons resultados no período recente, entre as 12 atividades pesquisadas, apenas os serviços médicos, odontológicos e serviços sociais (2,1%) apresentaram alta no estoque de empregos com relação a abril de 2016. Já os destaques negativos ficaram por conta das atividades de transporte e armazenagem (-3,4%), artes, cultura e esportes (-2,1%) e profissionais, científica e técnica (-2,1%).

No caso das ocupações, em abril, os condutores de veículos e operadores de empilhadeira lideraram a geração de vagas (3.057 empregos), seguido pelos trabalhadores de informações ao público, com a abertura de 1.971 vagas.

Segundo a FecomercioSP, enquanto o mercado de trabalho do comércio atacadista parece estar estabilizado e o varejo, enfim, segue o mesmo caminho, o mercado de trabalho formal do setor de serviços do Estado de São Paulo mostra significativa reação. Mesmo com quase 80 mil vínculos a menos nos últimos 12 meses – sendo que apenas o segmento de serviços médicos, odontológicos e sociais gerou novas vagas -, ao considerar apenas o primeiro quadrimestre de 2017, houve a criação de 41,6 mil novas vagas no setor.

Ainda que mais da metade desse saldo seja proveniente dos serviços educacionais, a Federação ressalta que nove das 12 atividades analisadas registraram mais admissões que desligamentos no mês. Esta reação revela um cenário econômico mais positivo e otimista, e isso é fundamental, segundo a Entidade, para uma sequência mais consolidada também no mercado de trabalho do setor.

 

Capital paulista

Em consonância com o bom desempenho estadual, o setor de serviços na cidade de São Paulo criou 4.478 empregos com carteira assinada em abril, resultado de 79.200 admissões contra 74.722 desligamentos. No acumulado dos últimos 12 meses, o saldo é negativo em 30.041 empregos, o que representa uma redução de 0,9% do estoque total de trabalhadores, que atingiu 3.478.905 empregados.

 

Três das 12 atividades analisadas fecharam postos de trabalho no mês, com destaque para transporte e armazenagem (-500 vagas) e serviços imobiliários (-104 empregos). Os destaques positivos ficaram por conta dos serviços médicos e odontológicos (2.038 vagas) e os serviços de alojamento e alimentação (1.108).

 

Nota metodológica

A Pesquisa de Emprego no Setor de Serviços do Estado de São Paulo (PESP Serviços) analisa o nível de emprego do setor de serviços. O campo de atuação está estratificado em 16 regiões do Estado de São Paulo e 12 atividades: transporte e armazenagem; alojamento e alimentação; informação e comunicação; financeiras e de seguros; imobiliárias; profissionais, científicas e técnicas; administrativas e serviços complementares; administração pública, defesa e seguridade social; educação; médicos, odontológicos e serviços sociais; artes, cultura e esportes e outras atividades de serviços. As informações são extraídas dos registros do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

 

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Proporção de empresários do varejo que consideram seus estoques adequados subiu pelo segundo mês consecutivo em junho, aponta FecomercioSP

Segundo pesquisa da Entidade, 54,2% dos empresários varejistas declararam estar com os estoques adequados, altas de 1,5 p.p. na comparação com maio e de 7,3 p.p. acima do apurado em junho de 2016

São Paulo, 20 de junho de 2017 – Em junho, o Índice de Estoques (IE) atingiu 108,5 pontos, crescimento de 2,7% na comparação com maio – segunda alta mensal consecutiva – e 15,7% superior ao registrado em junho de 2016. Apesar da alta, os resultados de junho não trazem grandes novidades positivas, já que a melhora do indicador foi motivada pela queda de 1,6 ponto porcentual (p.p.) na parcela de empresários que afirmaram estar com estoques abaixo do ideal, atingindo 13,5%, enquanto os que consideram seus estoques acima do adequado permaneceu estável, em 32,1%.

Os dados são do Índice de Estoques (IE) da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), que capta a percepção dos comerciantes sobre o volume de mercadorias estocadas nas lojas, e varia de zero (inadequação total) a 200 pontos (adequação total). A marca dos cem pontos é o limite entre inadequação e adequação.

No mês, 54,2% dos empresários varejistas afirmaram estar com um nível de estoques adequado- a segunda alta mensal consecutiva e o melhor resultado desde julho de 2015, quando 57,9% declararam estar nessa situação -, porém,ainda abaixo do histórico de antes de 2015, quando essa parcela rondava os 60%.

De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, os diferenciais entre estoques acima e abaixo caíram bastante recentemente após terem permanecido elevados por bastante tempo, e tiveram uma pequena alta neste mês. A Entidade pondera que os estoques continuam em patamares melhores do que no passado recente, mas aquém do desejável para uma economia em sua plenitude (algo que ainda não ocorreu). A proporção de empresários com excesso de produtos nas prateleiras tem se mantido um pouco acima do esperado, e com o ritmo da recuperação muito lento, dificilmente haverá alterações significativas no curto prazo.

Ainda assim, a economia nacional dá sinais de recuperação, com alta do PIB no primeiro trimestre, desemprego com ligeira queda, crescimento sazonal da indústria, bom desempenho do setor agropecuário, queda de juros e retomada de vendas de alguns segmentos (como o de automóveis), o que dá um fôlego positivo aos empresários. Entretanto, a FecomercioSP pondera que mesmo com as boas notícias factuais sobre o que ocorreu e vem ocorrendo na economia, os prognósticos pioraram um pouco nas últimas semanas por causa da nova crise política instaurada no meio de maio. De lá para cá, a situação melhorou, mas os resquícios, segundo a Entidade, ainda trazem incertezas. Com isso, a Federação projeta que o ajuste de estoques também tende a andar um pouco para trás ou, no máximo, estabilizar-se, como visto neste mês.

 

Nota metodológica

O Índice de Estoques (IE) é apurado mensalmente pela FecomercioSP desde junho de 2011, com informações de cerca de 600 empresários do comércio nos municípios que compõem a região metropolitana de São Paulo. O indicador vai de zero a 200 pontos, representando, respectivamente, inadequação total e adequação total. Em análise interna dos números do índice, é possível identificar a percepção dos pesquisados relacionada à inadequação de estoques para “acima” – quando há a sensação de excesso de mercadorias – e para “abaixo”, em casos de os empresários avaliarem a falta de itens disponíveis para suprir a demanda a curto prazo.

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Varejo no Estado de São Paulo volta a criar empregos em abril após quatro saldos mensais negativos consecutivos, aponta FecomercioSP

Segundo pesquisa da Entidade, foram abertos 1,57 mil postos de trabalho em abril, o melhor resultado para o mês desde 2012
São Paulo, 19 de junho de 2017 – O comércio varejista no Estado de São Paulo dá novas provas que o cenário econômico atual segue se recuperando e dando ânimo ao setor para contratar mais funcionários e esperar pelo aumento das vendas. Em abril, após quatro saldos mensais negativos consecutivos, o varejo paulista abriu 1,57 mil postos de trabalho, resultado de 66,83 mil admissões e 65,26 mil desligamentos – o melhor resultado para o mês desde 2012. Esse foi o primeiro saldo positivo desde novembro de 2016, quando impulsionado pela contratação de temporários para o Natal, o setor gerou 15.772 empregos. Com isso, o varejo paulista encerrou o mês de abril com 2.054.084 trabalhadores formais, queda de 0,9% na comparação com abril de 2016, e apesar de ainda ser negativa, essa taxa caiu pela décima vez seguida e de forma acelerada, já que, em junho de 2016, a taxa de retração do mercado de trabalho varejista paulista estava em 3,5%. No acumulado dos últimos 12 meses, foram extintos 18.687 empregos com carteira assinadas.

 

Os dados compõem a Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com base nos dados do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, calculado com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

 

Entre as nove atividades pesquisadas, apenas farmácias e perfumarias (2,3%) e supermercados (1,6%) apresentaram crescimento no número total de empregos em abril, na comparação com o mesmo mês de 2016. Por outro lado, os piores desempenhos foram registrados nos segmentos de concessionárias de veículos (-4,1%), materiais de construção (-3,6%) e lojas de móveis e decoração (-3,5%).

 

 

Observando os dados por ocupações, vendedores e demonstradores (1.032 vagas) e embaladores e alimentadores de produção (736 vagas) registraram os maiores saldos positivos.

 

Segundo a FecomercioSP, o saldo positivo de abril só foi possível pelo bom desempenho dos supermercados paulistas, com saldo positivo de mais de 2 mil vagas no mês. Essa evolução é explicada, segundo a Entidade, pela sazonalidade positiva trazida pela Páscoa.

 

Daqui para frente, a Federação aponta que a tendência continuará sendo de saldos menores, positivos ou negativos. A FecomercioSP projeta uma movimentação mais estável de trabalhadores para o fim do primeiro semestre de 2017. Ainda assim, números melhores em virtude do Dia das Mães e do Dia nos Namorados com melhores receitas de vendas podem surgir.

 

Varejo paulistano

O comércio varejista da capital paulista também se recuperou da queda sofrida em março e voltou a criar empregos em abril. Foram abertos 693 postos de trabalho formal no mês, resultado de 21.365 admissões contra 20.672 desligamentos. Com o resultado, o estoque total atingiu 643.335 trabalhadores, queda de 0,7% em relação a abril de 2016. No acumulado dos últimos 12 meses, foram extintos 4.508 empregos com carteira assinada no varejo paulistano.

 

Das nove atividades pesquisadas, apenas as de farmácias e perfumarias (4,1%) e os supermercados (1,5%) apresentaram crescimento no estoque de empregos, na comparação com abril de 2016. Já as maiores retrações foram registradas em concessionárias de veículos (-4,5%), lojas de móveis e decoração (-3,4%) e materiais de construção (-3,3%).

 

Nota metodológica

A Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (PESP) analisa o nível de emprego do comércio varejista. O campo de atuação está estratificado em 16 regiões do Estado de São Paulo e nove atividades do varejo: autopeças e acessórios; concessionárias de veículos; farmácias e perfumarias; lojas de eletrodomésticos e eletrônicos e lojas de departamento; matérias de construção; lojas de móveis e decoração; lojas de vestuário, tecido e calçados; supermercado e outras atividades. As informações são extraídas dos registros do Ministério do Trabalho, por meio do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e o impacto do seu resultado no estoque estabelecido de trabalhadores no Estado de São Paulo, com base na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

 

Sobre a FecomercioSP

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) é a principal entidade sindical paulista dos setores de comércio e serviços. Congrega 156 sindicatos patronais e administra, no Estado, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). A Entidade representa um segmento da economia que mobiliza mais de 1,8 milhão de atividades empresariais de todos os portes. Esse universo responde por cerca de 30% do PIB paulista – e quase 10% do PIB brasileiro -, gerando em torno de 10 milhões de empregos.

 

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Departamento de Comunicação – SINCOMERCIO GUARULHOS

Varejo paulista fatura R$ 50,3 bilhões em março, alta de 4,3% na comparação com o mesmo mês de 2016, aponta FecomercioSP

Segundo a Entidade, montante registrado no mês é R$ 2,06 bilhões superior ao apurado em março de 2016

São Paulo, 14 de junho de 2017 – O comércio varejista do Estado de São Paulo faturou R$ 50,3 bilhões em março, alta de 4,3% na comparação com o mesmo mês de 2016. Isso significa que as vendas superaram em R$ 2,06 bilhões o valor apurado em março de 2016. No acumulado do primeiro trimestre, as vendas cresceram 2,6%, o que em termos monetários representa um faturamento R$ 3,7 bilhões acima do apurado no mesmo período do ano passado. Considerando os últimos 12 meses, as vendas registraram alta de 1,1%.

Os dados são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV), realizada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base em informações da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP).

Em março, o varejo apresentou alta nas vendas em 15 das 16 regiões analisadas pela Federação, com destaque para as regiões de Sorocaba (7,9%), Jundiaí (7,5%) e Araraquara (6,9%). Apenas na região de Osasco, o setor registrou recuo nas vendas de 2,7% em relação a março de 2016.

Das nove atividades pesquisadas, oito mostraram aumento no faturamento real, em março, com destaque para os segmentos de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (15,1%), farmácias e perfumarias (12,7%) e concessionárias de veículos (6,4%) que, em conjunto, contribuíram com 2,7 pontos porcentuais (p.p.) para o resultado geral. Apenas o segmento de outras atividades (-1,0%) apresentou retração nas vendas, resultando em uma pressão negativa de 0,2 p.p. para as vendas do varejo em março.

Segundo a assessoria econômica da FecomercioSP, é importante salientar que os dados relativos a março foram obtidos antes do recente acirramento da crise política, ou seja, em ambiente econômico de maior tranquilidade. Eles revelam a continuidade da trajetória de recuperação do movimento varejista, ainda que de forma moderada, que se refletiu no índice de fechamento do primeiro trimestre – de 2,6% – o que não ocorria, para o mesmo período, desde 2014.

É relevante o fato da hegemonia dos resultados positivos, tanto em relação às atividades (oito em nove mostrando crescimento) quanto em termos regionais (15 dentre 16 apresentando aumento). Para a Entidade, isso sinaliza para uma relativa solidez na tendência de melhoria dos níveis de consumo que, certamente, é bastante positivo e alentador. As circunstâncias presentes em março, tanto econômicas quanto políticas, estavam mais propícias e o comércio respondeu positivamente a esse cenário ancorado, basicamente, na combinação de variáveis importantes. Entre elas, quedas dos juros e da inflação, melhoria na renda agrícola e das exportações, resultados mais alentadores no âmbito da geração de emprego, além do início do saque dos recursos das contas inativas do FGTS.

Expectativa

De acordo com a FecomercioSP, até o momento não há indícios de deterioração sensível das condições econômicas por causa da atual crise política. Entretanto, é inevitável que isso venha a ocorrer ao longo do segundo semestre, quaisquer que sejam as definições dadas ao processo, pois a natureza das soluções na esfera política sempre é prolongada e, por isso, geradora de incertezas. Os impactos desse cenário sobre a atual trajetória de recuperação do comércio, segundo a Entidade, irão depender do desenrolar desses fatos e da estabilização do quadro político, mas a perspectiva é de um cenário menos alentador do que aquele projetado anteriormente à crise.

Apesar disso, a inflação e os juros permanecem em trajetória de queda e existe aumento nas receitas de exportação e melhoria no emprego, além da divulgação de bom desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) trimestral. Com isso, e considerando o bom resultado consolidado de março das vendas, as projeções da Federação, neste momento, apontam para um crescimento anual de 5% no faturamento real do varejo paulista neste ano. Porém, a Entidade pondera que a dinâmica dos fatos ao longo dos próximos meses será imprescindível para a consolidação dessa estimativa ou para as eventuais revisões e ajustes que as incorporações futuras dessas variáveis tornarão necessárias.

Varejo paulistano

As vendas do varejo na capital paulista atingiram R$ 15,9 bilhões, alta de 6,4% na comparação com mesmo mês de 2016. Considerando a série histórica a partir de 2008, foi a sétima maior cifra registrada pelo varejo paulistano em um mês de março. Com esses resultados, a taxa acumulada nos últimos 12 meses foi de 1,8%.

Todas as nove atividades apresentaram crescimento em março, na comparação com o mesmo mês de 2016, com destaque para os segmentos de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos (19,0%), farmácias e perfumarias (14,3%) e supermercados (4,3%) que, em conjunto, contribuíram com 3,8 p.p. para o resultado geral.

De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, pelo nono mês consecutivo a capital paulista mostrou um desempenho de vendas varejistas superior ao observado na média do Estado. O crescimento de 6,4% nas vendas em março também foi a maior taxa mensal registrada em 37 meses, desde fevereiro de 2014, e o maior faturamento para um mês de março desde 2013.

Da mesma forma como o observado, em termos de restrições e premissas, para as projeções elaboradas para o Estado, a Entidade acredita que a manutenção dessa trajetória permite traçar estimativas mais otimistas para o crescimento do varejo na capital. Persistindo essa tendência, a projeção da FecomercioSP aponta que o faturamento real anual do comércio paulistano pode alcançar 7,5% de crescimento em 2017, sendo que as estimativas estão sujeitas a ajustes de acordo com o desenrolar dos fatos atuais que marcam o cenário político.

Nota metodológica

A Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista no Estado de São Paulo (PCCV) utiliza dados da receita mensal informados pelas empresas varejistas ao governo paulista por meio de um convênio de cooperação técnica firmado entre a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz-SP) e a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

As informações, segmentadas em 16 Delegacias Regionais Tributárias da Secretaria, englobam todos os municípios paulistas e nove setores (autopeças e acessórios; concessionárias de veículos; farmácias e perfumarias; lojas de eletrodomésticos e eletrônicos e lojas de departamentos; lojas de móveis e decoração; lojas de vestuário, tecidos e calçados; materiais de construção; supermercados; e outras atividades).

Os dados brutos são tratados tecnicamente de forma a se apurar o valor real das vendas em cada atividade e o seu volume total em cada região. Após a consolidação dessas informações, são obtidos os resultados de desempenho de todo o Estado.

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Vendas do varejo brasileiro no período que antecede o Dia dos Namorados crescem 4,5% em relação ao ano passado, aponta FecomercioSP

Segundo a Entidade, faturamento do setor na semana da data comemorativa foi de R$ 44 bilhões, em torno de R$ 1,9 bilhão superior ao registrado em 2016
São Paulo, 13 de junho de 2017 – As vendas do comércio varejista brasileiro no período que antecede o Dia dos Namorados seguiram as expectativas e, de acordo com estimativas da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), apresentaram crescimento de 4,5% em relação a 2016, o que representa um ganho de aproximadamente R$ 1,9 bilhão.

Os cálculos foram feitos com base nos dados da Boa Vista SCPC, que mostraram um aumento de 2,6% no número de consultas em seu banco de dados entre os dias 1º e 12 de junho, em relação ao mesmo período do ano passado. Assim, a FecomercioSP estima que o varejo brasileiro tenha faturado R$ 44 bilhões neste período ante os R$ 42,1 bilhões em 2016, um aumento de 4,5%.

De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, esse dado confirma a tendência positiva de vendas prevista pela Entidade, por meio de seus modelos de projeção e de sondagens no período que antecede a data. De acordo com a Federação, as vendas do comércio varejista no mês de junho, no Estado de São Paulo, devem crescer 3%. Os consumidores paulistanos disseram, em sondagem prévia ao Dia dos Namorados, que estariam dispostos a gastar 10% a mais em presentes em relação à data em 2016.

A justificativa para esse bom desempenho é o quadro econômico mais favorável do que no mesmo período do ano passado. A inflação já está abaixo dos 4%, enquanto em maio de 2016 estava em 9,3%. A taxa Selic passou de 14,25%, há 12 meses, para os atuais 10,25%. Houve a liberação dos recursos do FGTS de contas inativas na véspera da data comemorativa. Além disso, os indicadores de confiança do consumidor estão mais de 10% acima do apurado no mesmo período do ano anterior.

A FecomercioSP pondera que o resultado ainda está aquém do que o comércio deseja, mas os resultados positivos obtidos no Dia das Mães e no Dia dos Namorados devem contribuir para a melhora das expectativas dos empresários do setor. Por isso, a Entidade espera números favoráveis nas demais datas comemorativas do ano, que deverão girar novamente a cadeia produtiva, com mais pedidos aos fornecedores e, consequentemente, à indústria, contribuindo para a retomada gradativa da atividade econômica.

Metodologia

O cálculo do volume de vendas para o Dia dos Namorados de 2017 é baseado em uma amostra das consultas realizadas no banco de dados da Boa Vista SCPC, com abrangência nacional. Para este Dia dos Namorados, foram consideradas as consultas realizadas no período de 1º a 12 de junho de 2017, comparadas às consultas realizadas entre 1º e 12 de junho de 2016.

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SINCOMÉRCIO participa da reinauguração do Centro de Qualificação dos Comerciários

Aconteceu no dia 08 de junho a reinauguração do Centro de Qualificação dos Comerciários – CQC – localizado em Guarulhos.

Nosso Presidente, Doutor Reginaldo Araujo Sena compareceu para prestigiar e dar boas vindas a todos os comerciantes que estavam presentes, aproveitando a oportunidade para se mostrar solicito e disponível para as empresas de todo o segmento do comércio varejista da região, pois o mesmo acredita que se não soubermos atuar e conviver com pessoas, as coisas não caminharão para frente como devem.

Após abertura, foi realizada uma palestra sobre “Como obter um atendimento Nota 10”, onde pudemos obter informações para o desenvolvimento de questões primordiais para um atendimento de ótima qualidade sendo abordados questões sobre os pilares de um atendimento, comunicação, as diversas reações dos clientes, postura e atitudes para um excelente atendimento, trabalho em equipe além de falar principalmente sobre plenitude profissional.

Prestigiaram a palestra:

  • Walter dos Santos – Presidente do Sindicato dos Funcionários do Comercio de Guarulhos – SINCOMERCIÁRIOS (Funcionários);
  • Reginaldo Araujo Sena – Presidente do Sindicato do Comercio Varejista de Guarulhos – SINCOMERCIO (Patronal);
  • Ana Maria da Silva Brito –Diretora Sindical (Sincomerciarios de Guarulhos);

Ocorreu neste sábado fiscalização da prefeitura conforme assembléia realizada sobre o comércio irregular

Neste sábado, 03 de junho, ocorreu a fiscalização no centro da cidade conforme compromisso assumido pela Prefeitura na assembleia realizada com os comerciantes na sexta-feira, 02 de junho.

Logo no inicio do dia, o comercio irregular tomou posse do calçadão da Dom Pedro II, e dentro da estratégia do poder publico, por volta das 11 horas ocorreu uma ação coordenada com as forças de segurança e a fiscalização para retirada dos camelos, onde o comercio pode comemorar a melhora das vendas em comparação aos dois sábados anteriores.

O Sindicato do Comercio Varejista – SINCOMERCIO – liderando a organização dos comerciantes salienta que não podemos operar de forma passiva situações que venham prejudicar aqueles que geram empregos e tributos para cidade.

O Comercio irregular é um problema social que não se resolverá da noite para o dia em razão de milhões de desempregados pelo Brasil, entretanto, em razão disto, se permitirmos a sua permanência no comercio, com certeza, aumentará ainda mais o desemprego.

Como foi dito, na ultima assembleia, a Prefeitura passa por serias dificuldades financeiras, tendo dividas de quase dois orçamentos anuais, e por causa disto, vem enxugando ao máximo as despesas com o objetivo de manter os serviços essenciais para a população.

O Presidente do Sincomércio – Sindicato do Comercio Varejista de Guarulhos, Dr. Reginaldo Araujo Sena, informa que convocara nova assembleia para que junto aos comerciantes possamos construir medidas alternativas para a manutenção do sistema de fiscalização.

É bem verdade que pagamos os nossos impostos e temos direito ao retorno dos serviços públicos, mas nos momentos de impossibilidades precisamos inovar.

 

Calçadão sendo invadido pelo comércio irregular antes da ação da prefeitura.

 

Calçadão com muito movimento, livre do comércio irregular após ação da prefeitura.