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19 de março de 2019

Decreto que isenta norte-americanos de visto pode aumentar em quatro vezes o volume de visitas ao Brasil, estima FecomercioSP


Segundo a Entidade, essa alta poderia gerar uma injeção de gastos extras de R$ 6,4 bilhões por ano; contudo, é preciso criar políticas públicas coerentes

O decreto assinado pelo governo federal na tarde desta segunda-feira (18) que dispensa o visto de entrada no Brasil para turistas de Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão é positivo para o País, avalia o Conselho de Turismo da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP). A medida foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União e entra em vigor no dia 17 de junho.

O acordo, firmado entre Brasil e Estados Unidos, a fim de isentar unilateralmente a necessidade de visto para os norte-americanos, era uma demanda antiga da Entidade e havia sido divulgada no ano passado aos candidatos à presidência. Segundo o Ministério do Turismo, em 2017, 478 mil turistas americanos entraram em território nacional. No mesmo ano, no Peru, país também distante dos Estados Unidos e com 32 milhões de habitantes (15% da população brasileira), 15% do tamanho do Brasil e que não exige visto aos americanos, entraram 600 mil turistas, segundo a PromPeru.
Para a FecomercioSP, diante da dimensão do Brasil com múltiplos destinos com as mais variadas características de turismo, seria natural afirmar que, em termos proporcionais de tamanho e população, é possível projetar um número até quatro vezes maior que o atual em volume de turistas americanos, o que poderia gerar uma injeção de gastos extras de R$ 6,4 bilhões por ano.
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