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6 de novembro de 2018

Empreendedorismo social com padrão corporativo atrai investidores


Fundador e copresidente do Instituto da Criança, Pedro Werneck fala em entrevista ao UM BRASIL que usa a mesma lógica que as grandes companhias para encontrar investidores

As empresas são atraídas para investir ou vincular seu nome em instituições sociais que tenham uma estrutura corporativa. O empreendedor social Pedro Werneck fala em entrevista ao UM BRASIL que essa lógica é o pilar do Instituto da Criança, responsável por auxiliar cerca de 600 instituições.

Na entrevista, realizada em parceria com a Expert XP por Renato Galeno, o fundador e copresidente do instituto afirma que os investidores procuram aportar recursos em projetos que passem a imagem de credibilidade e transparência. “Criamos um programa de governança para levar a empreendedores [sociais] conhecimentos que deem qualificação para deixar a organização dentro dos padrões corporativos pelos quais as empresas estão habituadas a enxergar seus parceiros”, explica.

A necessidade de se organizar para fazer parcerias com a iniciativa privada tem como base a sobrevivência e a manutenção de ações sociais que impactem positivamente a vida das pessoas menos favorecidas.

Werneck acredita que os empreendedores sociais são pessoas comuns com uma capacidade maior de agir e mudar uma realidade ao conhecer ambientes hostis. No caso do Instituto da Criança, ele destaca que os empreendedores sociais estão à frente de creches, abrigos e centros comunitários em diversas comunidades. “Eles oferecem educação e alimentação, protegendo o indivíduo na infância ou na adolescência para que ele cresça de uma forma melhor do que teria na rua”, diz. Assista à entrevista completa aqui.

 

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