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25 de setembro de 2018

Investir em ouro e dólar funciona apenas no curto prazo


Ativos protegem o patrimônio durante períodos de incerteza, mas não trazem bons rendimentos no longo prazo

Em momentos de incerteza, como a atual conjuntura eleitoral, uma estratégia de investimento volta à moda: apostar em ouro e dólar. Essa prática, ironicamente conhecida como “investimento verde e amarelo”, consiste em proteger o patrimônio com ativos que não estejam sob controle das autoridades nacionais quando há perda de confiança em relação aos rumos do País. Contudo, essa estratégia só faz sentido no curto prazo, podendo, de fato, até ser rentável, desde que o investidor esteja atento à hora de comprar e de vender.

Acontece que, no longo prazo, não faz sentido aplicar em ativos que não se multiplicam. Quem trocar hoje reais por dólares ou por ouro terá, no decorrer dos próximos meses, a mesma quantidade de dólares e de ouro. Não há rendimento efetivo, porque esses ativos não “trabalham” para o investidor. No entanto, quando se trata de avaliar o curto prazo, são opções razoáveis como forma de reduzir os riscos e proteger o patrimônio.

Para que a estratégia de comprar ouro ou dólar tenha sucesso – ou ao menos não resulte em perda de patrimônio –, o investidor deve avaliar os momentos de comprar e de vender os ativos, o que não é uma tarefa fácil.

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) reforça que essa é uma estratégia que funciona no curto prazo, porque, no longo prazo, os investimentos precisam estar relacionados a empresas e negócios que tragam retorno ao investidor. Confira a matéria completa aqui.

 

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